O mercado de OOH no Brasil projeta movimentar cerca de R$ 5,5 bilhões em 2025, impulsionado por soluções digitais como a mídia indoor. Apesar disso, muitos donos de telas ainda operam com processos manuais e informais, limitando seu crescimento e escala. Este artigo detalha como modelos estratégicos, tecnologia e a postura certa mudam esse cenário.
Por que a Mídia Indoor Ainda Não Escala? Barreiras e Oportunidades do Mercado
Por que a Mídia Indoor Ainda Não Escala? Barreiras e Oportunidades do Mercado
Apesar do crescimento expressivo do OOH no Brasil, a maioria dos operadores de mídia indoor permanece aquém do potencial, estagnada em modelos de vendas antiquados e operações pouco estruturadas. Essa estagnação está diretamente ligada a processos artesanais: vendas realizadas por meio de contatos informais, propostas dispersas pelo WhatsApp, ausência de sistemas de CRM e falhas de acompanhamento. O risco é alto: oportunidades se dissipam, a previsibilidade de receitas é baixa e o negócio fica dependente de relações pessoais, sem qualquer visibilidade operacional. Nessas condições, conquistar contratos recorrentes e aumentar o faturamento mensal acima dos R$5 mil torna-se um desafio quase intransponível.
Outro entrave frequente é a falta de processos padronizados. O improviso domina desde o atendimento comercial até a entrega do serviço, gerando erros, retrabalhos e uma experiência inconsistente para o anunciante. Sem automação, cada novo cliente requer um esforço desproporcional e a escalada dos resultados é travada. A ausência de integrações eficientes entre hardware e software também limita: operadores precisam recorrer a soluções “remendadas”, sem recursos de monitoramento centralizado ou atualização remota, dificultando a gestão de múltiplas telas e locais.
Contudo, a rápida digitalização abre oportunidades inéditas. Modelos de negócios inovadores, como os ofertados pela AdPlay — aquisição, locação, receita compartilhada e white label —, permitem ao operador ingressar com menor barreira de entrada, diversificar fontes de renda e alinhar o crescimento ao volume veiculado. A manufatura nacional própria, citada como diferencial estratégico pela AdPlay, permite customização sob demanda, entregas rápidas e suporte técnico com SLA competitivo. Além disso, a integração nativa entre hardware e software, com um ecossistema robusto, simplifica a operação, viabiliza ações remotas, minimiza o downtime e reduz custos operacionais, viabilizando margens superiores. O suporte nacional e o desenvolvimento contínuo agregam valor: frente à concorrência internacional, o operador encontra flexibilidade para atender segmentos variados, lançar ainda mais formatos digitais e garantir estabilidade ao anunciante. Dessa forma, quem investe em processos, tecnologia e formatos sob medida rompe os limites do mercado informal e se posiciona para capturar a onda de crescimento do OOH conectado.
Como Construir um Negócio de Mídia Indoor Escalável: Estratégias Comprovadas
Superar o modelo informal e alcançar escala na mídia indoor exige decisões estratégicas e mudança de mentalidade. A experiência da AdPlay ilustra como donos de telas podem construir operações comerciais robustas, utilizando tecnologia, processos e diferenciação. O ponto de partida é a adoção de totens de fabricação nacional, desenvolvidos para facilitar manutenção, customização e atualização remota, minimizando custos operacionais e maximizando o tempo “on air”. Isso confere flexibilidade ao anunciar: é possível adaptar layouts, formatos e funcionalidades com agilidade, atendendo demandas regionais e eventos de alto impacto, sem depender de importação ou suporte internacional. Esse diferencial, aliado a um time de suporte nacionalizado e entregas presenciais, reduz drasticamente o tempo de resposta para resolução de falhas e atualização de conteúdos, fidelizando clientes e reduzindo churn.
Do ponto de vista comercial, a transição para processos automatizados começa pela profissionalização do funil de vendas. O uso de CRM não apenas centraliza propostas, contratos e histórico de negociações, mas viabiliza o acompanhamento rigoroso de cada estágio da jornada comercial, eliminando o improviso característico do modelo artesanal. Integrações com software de mídia permitem a visualização em tempo real do inventário, possibilitando aumento de ocupação das telas, controle de entregas e relatórios detalhados que elevam o padrão de prestação de contas ao anunciante. Esse ecossistema ainda favorece diferentes modelos de receita: operadores podem optar entre aquisição, locação, franquias de games em totens interativos ou receita recorrente via publicidade programática – financeiramente previsível e escalável.
A customização, outro pilar valorizado pela AdPlay, agrega valor e diferenciação comercial: seja com totens temáticos para nichos específicos, adaptação de softwares para necessidades setoriais ou propostas de mídia combinada multiplataforma, a operação se torna capaz de responder rapidamente a oportunidades que antes passavam despercebidas. Por fim, a produção nacional reduz gargalos logísticos e permite entregas rápidas: instalar, readequar ou substituir telas deixa de ser obstáculo à expansão, suportando crescimento orgânico ou via franquias sem perder confiabilidade. É esse conjunto – tecnologia proprietária, processos integrados, suporte ágil e foco em recorrência – que posiciona o operador para romper o teto do artesanal e escalar num mercado em plena digitalização.
Conclusão
A escalabilidade na mídia indoor depende de abandonar práticas artesanais e adotar modelos profissionais, com tecnologia avançada, processos definidos e diferencial competitivo. O caminho do crescimento está em unificar hardware robusto, software integrado, atendimento nacional e oferta customizada, garantindo operação eficiente e lucrativa. Esses pilares, destacados pela AdPlay, alavancam resultados reais para quem lidera nesse novo cenário de OOH.





